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quinta-feira, 24 de julho de 2008

Jornal traz principais ações e políticas do governo Lula. Peça o seu!

Já está disponível para consulta, impressão, aquisição e distribuição o jornal Mais Brasil para Mais Brasileiros, publicação de 44 páginas editada pela Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República (Secom).

O jornal traz um balanço completo das principais ações e políticas públicas do governo Lula, com dados atualizados até maio deste ano e divididos em sete tópicos: Agenda Social, Agenda Econômica, Infra-Estrutura, Meio Ambiente, Modernização do Estado, Política Externa e Democracia.

Para obter exemplares da publicação, os interessados devem fazer o pedido diretamente à Secom, pelo e-mail secom@planalto.gov.brEste endereço de e-mail está protegido contra spam bots, pelo que o Javascript terá de estar activado para poder visualizar o endereço de email ou pelo fax (61) 3226.7026.

As versões eletrônica e em formato PDF do jornal estão na página www.maisbrasil.gov.br, no site da Presidência (www.presidencia.gov.br).

Também nesta página, os internautas encontram as peças nacionais e regionais da campanha Mais Brasil, atualmente veiculadas nas emissoras de TV, nas rádios e em veículos impressos.

As peças regionais abordam temas como educação, saneamento, urbanização, transportes, agricultura e programas sociais, evidenciando as parcerias entre o Governo Federal, os Estados, os municípios e a iniciativa privada.

Já o jornal, em todas as versões, destaca os seguintes temas:

Agenda Social – Educação, Inclusão Digital, Ensino Superior, Ciência e Tecnologia, Educação Profissional, ProJovem, Oportunidade, Luz Para Todos, Cidadania, Saúde da Família, Mais Saúde, Políticas Afirmativas, Quilombolas, Cultura, Esporte e Pronasci.

Agenda Econômica – Conjuntura, Indústria, Crédito, Trabalho e Agricultura.

Infra-Estrutura – PAC Logístico, Transportes, PAC Energia, Combustíveis, São Francisco, PAC Social e Urbano, Habitação e Turismo.

Meio Ambiente – Combate ao Desmatamento.

Modernização do Estado – Eficiência e Desoneração.

Política Externa – Comércio e Diplomacia.

Democracia – Pacto Federativo e Participação.

Leia também:
Caderno Destaques

Projeto do MEC leva laptop de baixo custo a 3,4 milhões de professores

O Ministério da Educação publicou nesta quarta-feira (23) portaria que regulamenta o Projeto Computador Portátil para Professores no Diário Oficial da União. De acordo com o texto, o programa terá duas fases. A primeira vai abranger todas as capitais e os estados. Na segunda farão parte os demais municípios.

Antes disso, porém, o projeto será testado nos municípios que apresentarem maior Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb), sendo um por Estado, e também naqueles que mais se destacaram na pesquisa sobre Redes de Aprendizagem, feita pelo Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) em parceira com o MEC.

A norma libera a compra de computadores portáteis, em condições facilitadas, com preço à vista de até R$ 1 mil, com frete e seguros incluídos. As vendas começam em setembro, nas capitais.

Cada educador pode comprar apenas um computador – o controle será feito pelos Correios por meio do número do CPF, do contracheque e de uma declaração da escola em que o professor leciona, com carimbo e assinatura do diretor.

De acordo com decreto, o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) fornecerá aos Correios os dados dos professores e das escolas para que sejam conferidos no momento da compra do computador.

O projeto destina-se aos cerca de 3,4 milhões de professores do ensino básico ao universitário. Ficam de fora professores de cursinhos pré-vestibulares, de escolas de música e de idiomas e de academias de ginástica.

Da Agência Brasil

Desemprego continua em queda e volta a atingir menor nível histórico, revela IBGE

A taxa de desemprego no país ficou em 7,8% em junho, ante 7,9% em maio. Foi a menor taxa para um mês de junho desde o início da série histórica iniciada em março de 2002. Na comparação com junho de 2007, o desemprego teve redução de 1,9 ponto percentual. Os dados foram divulgados nesta quinta-feira (24) pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).

A população ocupada no país cresceu 1,1% em junho na comparação com maio. Em relação a junho de 2007, o crescimento foi de 4,5% e já representa de 21,7 milhões de pessoas. O contingente de pessoas desocupados somou 1,8 milhão, ficando estável em relação a maio, com queda de 17% em relação a junho de 2007.

O rendimento real dos trabalhadores ficou em R$ 1.216,50 em junho, com uma variação negativa de 0,3% em relação a maio e alta de 1,7% em relação a junho de 2007.

Semestre
O nível de desemprego no primeiro semestre também foi o menor da série histórica iniciada em 2002. Na média de janeiro a junho, o desemprego ficou em 8,3%, abaixo dos 9,9% verificados nos seis meses iniciais de 2007, de acordo com o IBGE.

Segundo o responsável pela Pesquisa Mensal de Emprego, Cimar Azeredo, esse resultado ratifica cada vez mais a expectativa de que o desemprego em 2008 ficará abaixo dos 9,3% constatados no ano passado.

"A situação terá que piorar muito para que o índice de 2008 não fique abaixo do ano passado. A tendência para o segundo semestre é de queda, se olharmos a série histórica da pesquisa", afirmou.

Inflação e juros
Azeredo disse ainda que a pressão da inflação e alta dos juros não estão prejudicando o mercado de trabalho. Ele destacou que o crescimento da população ocupada está se sustentando em patamar elevado, ainda que haja um contingente considerável de pessoas à procura de emprego.

"Há geração de postos de trabalho como não se via há cinco anos", observou.

O nível de ocupação – que mede a população acima de dez anos em relação à massa economicamente ativa – no primeiro semestre também foi recorde, chegando a 52%. No mesmo período em 2007, ficou em 51%. Em junho, esse nível foi recorde para um mês, atingindo 52,6%.

"Isso mostra uma evolução estrutural do mercado de trabalho", ressaltou.

Fonte: Site do PT